Maia diz que ‘caminho está livre’ para Frota protocolar impeachment de Bolsonaro


O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) já conversou com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sobre o pedido de impeachment que pretende protocolar na Presidência da Câmara contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, informa a Veja.

O tucano queria saber de Maia se haveria algum problema, caso ele decidisse pedir o impeachment de Bolsonaro.

Maia disse que o “caminho estava livre”, afinal, o deputado estava dentro de suas prerrogativas parlamentares.

Frota pretende apresentar nos próximos dias o pedido de impeachment do presidente.

Fonte: Portal MW


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Teste para coronavírus em Bolsonaro deu negativo


O presidente Jair Bolsonaro negou na tarde desta sexta-feira (13), que está com coronavírus.
Segundo ele, os testes feitos no laboratório HFA/Sabin, em Brasília, deram negativos.
O general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, também disse, por meio de post no Twitter, que também deu negativo o seu teste para a doença. Ele também estava no voo presidencial para os Estados Unidos.
O presidente da República fez o exame nesta quinta (12), mesmo dia em que o secretário de Comunicação Social do governo, Fábio Wajngarten, fez um teste que deu positivo para o novo coronavírus. Em um vídeo transmitido ao vivo em uma rede social na noite de quinta, o presidente apareceu usando máscara.



Fonte: Portal MW


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#DesculpeJairMasEuVou toma a web após fala de Bolsonaro


Após o presidente Jair Bolsonaro sugerir o adiamento das manifestações marcadas para o próximo domingo (15), apoiadores do governo se uniram nas rede sociais para dizer que pretendem ir aos protestos. Usuários do Twitter levaram a #DesculpeJairMasEuVou a ser o assunto mais comentado na rede social na noite desta quinta-feira (12) e continua no dia de hoje (13)
Mais cedo, Bolsonaro afirmou, durante sua live pelo Facebook, que adiar os protestos seria uma ideia para evitar uma explosão de casos de coronavírus no Brasil. A medida seria necessária para não sobrecarregar a rede de saúde do país.

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Fonte: Portal MW


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Governador proíbe manifestações com mais de 100 pessoas em Brasília


O governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, publicou nesta quarta-feira (11), um decreto suspendendo, pelo prazo de 5 dias a partir de hoje (12), “eventos de qualquer natureza, que exijam licença do Poder Público, com público superior a cem pessoas”.

O ato, que visa conter a disseminação do coronavírus, impacta diretamente as manifestações deste domingo (15), na Esplanada dos Ministérios.

Veja, abaixo, o texto completo do decreto:

“DECRETO Nº 40.509, DE 11 DE MARÇO DE 2020

Dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do novo coronavírus, e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 100, incisos VII e XXVI, da Lei Orgânica do Distrito Federal,

Considerando que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do artigo 196 da Constituição da República;

Considerando a classificação pela Organização Mundial de Saúde, no dia 11 de março de 2020, como pandemia do Novo Coronavírus;

Considerando que o DF já elaborou o Plano de Contingência Distrital em fevereiro

de 2020, devido a necessidade de se estabelecer um plano de resposta a esse evento e também para estabelecer a estratégia de acompanhamento e suporte dos casos suspeitos e confirmados;

Considerando que a situação demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença no Distrito Federal;

DECRETA:

Art. 1º As medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do novo coronavírus, no âmbito do Distrito Federal, ficam definidas nos termos deste Decreto.

Art. 2º Ficam suspensos, no âmbito do Distrito Federal, pelo prazo de cinco dias, prorrogáveis por igual período:

I – eventos, de qualquer natureza, que exijam licença do Poder Público, com público superior a cem pessoas;

II – atividades educacionais em todas as escolas, universidades e faculdades, das redes de ensino pública e privada;

Art. 3º Os bares e restaurantes deverão observar na organização de suas mesas a distância mínima de dois metros entre elas.

Art. 4º As medidas previstas neste Decreto poderão ser reavaliadas a qualquer momento, mesmo antes do prazo estipulado no art. 2º.

Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 11 de março de 2020.

132º da República e 60º de Brasília

IBANEIS ROCHA”

Fonte: Portal MW


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AGU tenta reverter despesa bilionária criada pelo Congresso


O advogado-geral da União, André Mendonça, foi acionado pelo governo para estudar se há uma forma de reverter decisão do Congresso Nacional que criou uma despesa extra anual de R$ 20,5 bilhões.

Nesta quarta-feira (11), parlamentares derrubaram um veto do presidente da República, Jair Bolsonaro, expandindo o grupo que tem direito a assistência social pelo BPC (Benefício de Prestação Continuada).

De acordo com os cálculos do governo, a medida terá impacto de R$ 217,1 bilhões nos próximos 10 anos.

O governo entende que o Congresso criou uma despesa sem dizer de onde virá a receita, o que é inconstitucional, destaca o site Poder360.

Fonte: Portal MW


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Congresso cria despesa extra de R$ 20,1 bi por ano com a derrubada de veto de Bolsonaro


O Congresso derrubou nesta quarta-feira (11) o veto do presidente Jair Bolsonaro e decidiu, com isso, ampliar o grupo de pessoas que têm direito a receber assistência social por meio do BPC (Benefício de Prestação Continuada). De acordo com as estimativas do governo federal, a derrubada do veto custará aos cofres públicos gasto extra de R$ 20,1 bilhões por ano.

O veto ao projeto de lei 3.055 de 1997 foi derrubado no Senado por 45 votos a 14 (4 a mais que o mínimo necessário para a derrubada). Na Câmara, os deputados rejeitaram o veto por 302 a 132 votos (era preciso ao menos 257 votos para contrariar o presidente).

O veto derrubado seguirá para promulgação por parte do presidente Jair Bolsonaro. Se o presidente não promulgar no prazo de 48 horas, a tarefa caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP)

Fonte: Portal MW


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TSE pode julgar a extinção do PT, MDB e mais 7


O Tribunal Superior Eleitoral pode julgar na noite desta terça-feira (10/3) recuso que insiste no pedido de extinção de nove partidos políticos (PT, MDB, PP, PROS, PRB, PC do B, PDT, PR e PSD) por suposto envolvimento em corrupção.

Os ministros vão discutir um pedido feito pelo desembargador Laercio Laurelli e os advogados Modesto Souza Barros Carvalhosa e Luis Carlos Crema com base em investigações da Lava Jato.

Em agosto de 2018, o então corregedor-geral eleitoral, Napoleão Nunes Maia, negou o pedido afirmando que o processo não reunia elementos mínimos de prova sobre a “alegação de que o PT se utiliza de organização paramilitar para fins políticos e partidários, a exigir, portanto, nos termos do art. 28, III da Lei 9.096/95 o cancelamento de seu registro”.

Segundo o ministro, “tal afirmação se baseou exclusivamente em narrativa de fatos vinculados em matérias jornalísticas, que narram momentos turbulentos do cenário político em que determinados membros do Partido Político se manifestaram de forma individual e descompassada com os princípios do Estado Democrático de Direito vigente no País”.

Carvalhosa recorreu e o caso foi ao plenário. O PT e os demais partidos pedem a rejeição do recurso.

No TSE, o PT defende que o cancelamento de registro de partido político é fato gravíssimo no Estado de Direito, tendo ocorrido apenas uma vez em nossa história, quando, em 1948, o Partido Comunista (PCB) teve seu registro cancelado por decisão judicial que entendeu que o partido defendia o fim do pluripartidarismo dentro da ordem democrática, o que ofenderia a Constituição de 1914.

Outro argumento é que “as provas carreadas no âmbito do judiciário e os inquéritos em trâmite no Supremo Tribunal Federal são imputados a pessoas naturais, e não ao Partido dos Trabalhadores”.

O MP Eleitoral se manifestou contra a cassação dos registros. A tendência, dizem ministros, é que o plenário mantenha rejeição da ação.


Fonte: Portal MW


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